Volátil Pinacoteca

Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Eu sou o tipo de garota que:

  • Não sabe se vestir como adulta.
  • Não se acha sexy.
  • Se acha a Adele quando está bêbada. E canta no Glee Karaokê como para uma grande platéia.
  • Ouve música e se balança enquanto trabalha.
  • Prefere ser engraçada – hey, eu sou engraçada e me orgulho disso, não acabem com os meus sonhos
  • Acha que é perfeitamente normal sair com uma touca de guaxinim na rua.

I mean, seriously.

 

  • Faz posts desinteressantes sobre a sua vida quando não sabe mais o que dizer. O blog é meu, faço a egotrip que eu quiser.

Beijos.

Anúncios

Sentiram falta de mim? Hope so, por que eu senti falta de escrever. Só que eu entrei numa fase maldita de novo. Mais perto da formatura, mais louca e cansada eu fico.

Algumas poucas coisas têm sido um refresco pra minha cabeça nesses dias lotados, todas pequenas e rápidas. Já ajudam bastante. Por que eu não tenho lá muita energia pra fazer aloka da balada, por mais que eu sinta uma vontade imensa. Por que eu sou corroída pela culpa se me dedicar a virar um jogo de Play3, enquanto eu tenho material pra digitar.

Por isso, fiquem com essas gotinhas de felicidade que tem deixado esses dias gris um pouquinho coloridos.

Mario Kart Wii

Sim, queridos, eu e meu respectivo compramos mais um console. Mimimimi pra que vocês compraram um Wii se a Nintendo anunciou o Project Cafe. Eu sou traumatizada, me deixa. Sempre quis ter um videogame pra jogar Mario e na última tentativa eu iria ganhar um Wii e acabei com um Play2.

Claro que nós temos vários jogos já, inclusive o coisa-linda-de-deus Epic Mickey (que eu juro que faço review depois de jogar), mas o Mario Kart é rapidinho. Vai lá, joga um circuito, volta pra monografia. E é engraçado, colorido e tem o Baby Mario, também conhecido como personagem-derretedor-de-corações.

Thor

Pausas saudáveis pra um cineminha no meio da semana também contam, aí a gente acorda mais cedo no sábado e compensa. Assiti ontem, sem expectativa nenhuma, e me surpreendeu muito. Filmão.

Assistam. E é só isso mesmo. Acho que eu queria era uma desculpa pra colocar uma foto do Cris Hermworth no post.

10 things I hate about you

Blame on me. Mas a série baseada no filme 10 coisas que eu odeio em você é um amor. Não tem o Heath Ledger, o carinha que faz o Patrick Verona nem é tão bonito, nem tem aquela carinha de sem-vergonha do original, mas é divertido igual.

Ok, na verdade eu não sei bem por que estou olhando essa série. Acho que é por que ela é curtinha (episódios de meia hora) e acabou Californication. E por que é fofinha, engraçadinha e não precisa pensar.

Guilty pleasure no nível de Encantada. Tô adorando.

Cee-Lo Green


Quando tudo mais dá errado, ainda me resta cantar “I’m like FUCK YOU AND FUCK HER TOO“. Sem contar que a parte ” I guess he’s an Xbox, and I’m more Atari”  me faz rir sempre.

Música fantástica.

Certeza pra vida: quando eu não morar mais com meus pais, vou tomar Coca-Cola gelada e sorvete quando estiver gripada.

Tem dias que eu me sinto extremamente malvada.

LMFAO

Posted on: março 20, 2011

Bom domingo pra vocês, que é dois dias depois depois de sexta-feira e I don’t want this weekend to eeeeeend acoustic.

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

(vou ter um troço)

Um belo dia, deve Macca ter virado pro John e dito que estava muito de saco cheio de músicas cheias de significados ocultos de White Album e que eles deveriam compôr uma feliz e sem sentido. Devem ter fumado uns dois ou três cigarrinhos de artista e aí nasceu Obladi Oblada.

Essa singela composição é uma das músicas que me deixam mais feliz. Cada vez que eu escuto, tenho vontade de botar as mãos pro ar e me balançar como uma idota, o que é bem complicado quando estou ouvindo meu iPod no trabalho e ela magicamente aparece no shuffle.

La la how the life goes on

Mas aí que um dia as pessoas começaram a odiar Obladi Oblada.  Não sei quem começou com a função, mas belo dia eu acordei e descobri que meio mundo nutria sentimentos rabiosos pela musiquinha. Só eu e Paul McCartney ainda gostamos de Obladi Oblada.

Quando pergunto por que tanto ódio nos coraçõezinhos, geralmente a resposta é a mesma: aaaaah, essa música é idiota. Sim, Obladi Oblada é idiota. É sobre uma garota que conhece um rapaz e eles se apaixonam. A vida é idiota. Mas o que deve irritar mesmo é que não tem como extrair mais nenhum significado da música. É só o que esta ali, mesmo no White Album, mesmo seguida de uma composição politizada do Harrison.

Acho muito engraçado que essas pessoas que só gostam de música com significados profundos são as mesmas que tiram sarro com os que vêem caras de Jesus em torradas. Nem tudo na vida tem um significado maior que o óbvio. Aliás, a maioria das coisas é simplesmente o que é – e nem por isso são menos sensacionais. Ou vocês acham que o fato de comer pizza num sábado de noite significa mais que vontade de comer pizza quantas vezes na vida de uma pessoa? Só se você for envolvido com a máfia, mas hey, não estamos tratando casos particulares.

Então, relaxem, please. Ou não, que eu não sou ninguém pra dizer o que os outros devem fazer com as suas vidas. Mas não guarde tanto ódio de uma música só por que ela é bobinha e feliz. Life goes on, bra. Take obladi blada.

Hoje é aniversário do Rio de Janeiro e, como a Internet fez mal pra minha cabeça, eu só consigo pensar em uma coisa: nas pessoas que estão indo embora de lá hoje e vão perder a festa.

A cidade do Rio de Janeiro clama: fica, vai ter bolo!

Eu não sou exemplo pra ninguém. Quando me perguntam se eu quero ter filhos, minha resposta é um imediato “não”. Em parte por que eu não me entendo com crianças – eu não sei o que fazer com elas, e ao que parece elas não ter a mínima pista do que fazer comigo. E também por que scares me to fucking death pensar que eu posso ser a referência na vida de alguém.

A principal razão por que eu não devo ser exemplo pra ninguém é por que eu sou uma garota de muitos vícios. E não se engane, eu adoro todos eles –  então um filho meu provavelmente viraria um bebedor de Alexanders que vê séries demais. Um desses vícios, que foi ativado recentemente, é o Foursquare. Eu até tinha, fazia checkin no telefone do namorado, ganhava um selinho que outro, ó que bonitinho. Mas aí eu comprei um not-so-smart-phone com 3G, comecei a fazer checkins aqui e acolá e pronto.  O diabinho da minha consciência sempre vence. Mais uma viciadinha, bingo.

O meu iPobre não tem app de Foursquare, por que não tem GPS. Portanto, eu não podia ganhar mayors. Mas eu sou uma viciada nerd e consegui descobrir um add-on pro Firefox que integra o Foursquare com o seu browser. Foursquarefox, seu lindo, me fez ganhar diversas coroinhas que estavam adormecidas.

like a boss

Eu também adoro ganhar badges. Uma coisa meio escoteira, meio gurizinho do Up, quero mais selinhos bonitos pra minha coleção. E para me manter informada de tão salutar atividade, eu leio dois blogs: Foursquare Badges Blog e Foursquare Brasil. O primeiro tem até uma lista com instruções de como conseguir todos os badges já lançados pelo joguinho.

E é claro que, por ser um jogo, ativa nossos intintos primitivos de competição. Olhar o leaderboard e ver que eu estou perdendo de lavada é algo que não me deixa no melhor dos humores.

mimimimimi

A única coisa boa é que, vendo meus últimos checkins, até que dá pra dizer que eu tenho uma vida. Então, se alguém resolver me mandar um get a life, é só eu dizer “olha a minha conta do Foursquare, bitch“.


Um blog sobre tudo, nada ou o que me der na telha. Volátil.

Twitter